Na mídia

*Notas sobre o CEO Fórum publicadas na coluna Informe Econômico do jornal Zero Hora, nos dias 13/11,  19/11  e 20/11:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Notas sobre o CEO Fórum, promovido pela Amcham Porto Alegre, publicada RS Vip no Segundo Caderno do jornal Zero Hora (pg. 2 ), na edição do dia 18/11/2009 e 20/11/2009:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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USO DE RECURSOS DA WEB TRAZ DESAFIOS

Estimativa é de que o Brasil encerre o ano de 2009 com 68 milhões de internautas

O presidente do comitê de tecnologia em negócios da Câmara Americana de Comércio (Amcham-Porto Alegre), Gleverton de Munno, tentou ontem projetar o tráfego de dados na internet em 2010. Resultado: 988 exabytes, ou 50 mil anos de gravação em DVD de alta definição. Mais difícil que imaginar esse colossal conteúdo, alertou Munno, no Fórum de Tecnologia em Negócios, ontem no Teatro do CIEE, em Porto Alegre, é transformar este potencial em negócios e atratividade para usuários. Dirigentes de empresas como IBM e Terra Networks Brasil apontaram o uso inteligente dos recursos.

José Carlos Duarte Gonçalves, CTO da IBM brasileira, destacou que a empresa segue a onda de expansão da internet e investe nas possibilidades de novas tecnologias. Com 20 mil funcionários no Brasil, a empresa agregou mais dois mil neste ano. A expectativa é da retomada de investimentos de clientes. O desafio agora é de convencer áreas de gestão das empresas sobre vantagens da TI, projetou. O executivo apontou que o positivo em meio à turbulência é que as aplicações na expansão de infraestrutura no setor garantem crescimento.

A oportunidade, alertou ele, é surfar na onda das redes sociais. Milhões de pessoas estão gerando e contribuindo com informações e tudo terá de ser armazenado. A convergência de mídias é tendência, ressaltou Gonçalves, citando as aplicações de recursos de vídeo e interatividade. Segundo ele, em pouco tempo o mundo vai alcançar a marca de um bilhão de usuários conectados à internet.

O diretor-presidente do Terra, Paulo Castro, apontou o avanço da população de brasileiros na rede. Hoje o País já o quinto no mundo, com 65 milhões de internautas, dados de julho. Para Castro, esse contingente representa massa crítica para muitas oportunidades. O ano ainda deve acrescentar mais usuários virtuais, chegando a 68 milhões de usuários. Dados não faltam para sustentar a expansão. O diretor-presidente do  portal lembrou que a venda de computadores pessoais superou em 2007 a de televisores. A desoneração de tributos a partir de 2007 ajudou a impulsionar o mercado.

O potencial de acessibilidade da web via celular deve agregar ainda mais velocidade à  supremacia do meio. Em 2011, a aposta é que 60 milhões de aparelhos estejam conectados com tecnologia 3G. Outra expansão é de classes sociais que usam a rede. Há 10 anos a web era elitizada. Hoje é mais popular. A maior parte de usuários vem das classes C, D e E, demarcou Castro. Em 2008, as três classes responderam por 53% dos usuários. “A internet é inclusão social e não só digital.”, sentenciou o executivo.

*Matéria sobre o Fórum de Tecnologia nos Negócios,  publicada na editoria de Economia do Jornal do Comércio (pg.11), na edição de quinta-feira, 01/10/2009.

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Dos CPDs para a TI do amanhã

A gestão de TI está mudando. Saíram de cena os antigos centros de processamento de dados, onde os gerentes de CPD exerciam funções operacionais isolados em salas fechadas com ar condicionado no máximo e entrou no lugar uma nova TI, com outro papel no negócio, no qual é preciso pensar estrategicamente e se comunicar.

É o recado de José Rubens Spada, diretor de Tecnologia e Operações da Accor Services no Brasil, e Roberto Galdieri, CIO da McDonald’s Brasil, que estiveram em Porto Alegre nesta quarta-feira, 30, participando do Fórum de Tecnologia nos Negócios da Amcham.

“A evolução é desde uma TI executando tarefas burocráticas para uma gerência que administra um portfólio de projetos e ajuda a definir prioridades”, avalia Spada, destacando que os estágios intermediários entre uma situação e outra passam por definir processos e uma carteira de serviços, por exemplo.

Na opinião do executivo da Accor, só assim os CIOs poderão enfrentar com segurança um cenário que exige sistemas rodando diferentes conteúdos em qualquer plataforma e em qualquer lugar. “O novo CIO precisa ser um líder”, acredita Spada.

A própria evolução da importância dos ativos de TI na gestão dos negócios, aliada às exigências e obrigações regulatórias crescentes do mercado ajudam os executivos da área a passar da técnica para a estratégia.

O processo pode ser acelerado por um CIO que saiba mudar sua postura dentro da organização na qual trabalha, garante Galdieri.

“É preciso divulgar o que se faz. TI é como uma galinha que bota ovo e não cacareja”, brinca o CIO da McDonald’s Brasil. Para Galdieri, os executivos da área precisam comunicar mais suas realizações para o resto da organização, dando a entender a importância do que é feito nos departamentos de Informática.

Segundo o executivo da multinacional de fast food americana, é fundamental envolver as áreas de negócio durante todo o ciclo de vida das iniciativas e promover entregas contínuas, ao invés de trabalhar durante meses no em “grandes monumentos”, sem contato com o resto da organização.

“É preciso entender quais são os fatores que afetam as margens de lucro da organização e atuar sobre eles”, explica Galdieri. “Marketing não é visto como um centro de custo. Gasta dinheiro, mas consegue provar sua influência na receita”, exemplifica o CIO da McDonald’s.

Terra: mesmo sem anúncios online, lei é positiva

Para Paulo Castro, diretor geral do Terra Brasil, é positivo o balanço da nova legislação eleitoral sancionada pelo presidente Lula nesta terça-feira, 29, apesar de não ter sido liberada a publicidade paga dos candidatos nos portais de notícias.

“Nós sabíamos desde o começo que ia ser difícil isso acontecer”, resume Castro, destacando que a principal oposição era dos deputados federais, que por serem um número maior de candidatos temiam que a publicidade online em portais pudesse desequilibrar as votações.  

De fato, durante a veloz tramitação do assunto em Brasília – a matéria foi discutida e votada em apenas dois meses, fato raro no Congresso – chegou a ser cogitada a ideia de que candidatos a posições majoritárias como presidente, governador e senadores pudessem anunciar em portais, hipótese que acabou descartada também.

“Prevaleceu o entendimento que os anúncios online poderiam gerar abuso de poder econômico”, comenta Castro, que esteve em Porto Alegre nesta quarta, 30, como um dos palestrantes do Fórum de Tecnologia nos Negócios da Amcham.

Para o executivo, o saldo final é bom porque foram eliminadas propostas “inócuas”, como controlar o conteúdo dos milhares de blogs, fotologs e perfis em redes sociais da Internet brasileira.

*Matéria sobre o Fórum de Tecnologia nos Negócios,  publicada no Baguete Digital  por Maurício Renner, na edição do dia 30/09/2009.

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Um líder deve aliar o discurso ao trabalho

Erik Farina
Foto: ANA PAULA APRATO/JC

Lapierre ressalta que lideranças têm de exibir a competência  

Lapierre ressalta que lideranças têm de exibir a competência  ANA PAULA APRATO/JC

O canadense Laurent Lapierre, professor Ph.D. e inovador na área de gestão de pessoas, tem uma visão fria sobre o líder: não basta que ele seja carismático e bom orador; precisa ter atitudes coerentes e mostrar trabalho para ser respeitado. Em Porto Alegre, onde participou do Ciclo de Decisões 2009, promovido pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), Lapierre citou o presidente norte-americano Barack Obama como um exemplo ideal de líder contemporâneo.

Jornal do Comércio – Qual o perfil de líder buscado pela sociedade?
Laurent Lapierre – A liderança não é apenas competência, mas a capacidade de mostrar esta condição às pessoas. Pegue-se como exemplo o presidente norte-americano Barack Obama. Há muito tempo não se via um presidente como ele, com seu intelecto e a envergadura no discurso e na escrita. Como ele, um líder precisa viver do coração e da cabeça, e este é um mérito de Obama, assim como foi de Winston Churchill.

JC – A postura de Obama pode servir de exemplo para os líderes nas organizações?
Lapierre – Sim, esta postura pode servir de exemplo para muitas empresas à medida que se fala cada vez mais de governança na cúpula das companhias. É importante que os líderes empresariais, assim como os líderes de nações, sejam realistas, e não idealizadores, para que exerçam seu papel sobre as pessoas.

JC – Neste momento de crise internacional, a atitude do líder ganha importância?
Lapierre – Este é um momento propício para que o líder traga à empresa sua visão e tenha uma postura diferenciada. As companhias sempre buscam visão nova, mas é importante que esta visão venha acompanhada de uma postura coerente e também de atitudes práticas. Assim, quem está ao seu redor perceberá sua importância, seja nos governos, seja no mundo dos negócios.

JC – Como ser um líder persuasivo?
Lapierre – Se a pessoa é falsa ou não tem coerência entre o que diz e como age, as pessoas ao seu redor perceberão. Por isso, o líder precisa ser verdadeiro em seus gestos, suas expressões, os aspectos visuais, além de sua atitude. Não basta ser um grande orador para ser líder, já que pesquisas mostram que apenas 10% da persuasão resulta das expressões verbais dos interlocutores. Além de ter talento, um bom líder precisa trabalhar constantemente suas capacidades, através de treinamento e de programas de preparações.

JC – Este senso crítico perante o líder tem crescido?
Lapierre – Sim, hoje as pessoas são mais bem informadas, sabem distinguir o perfil do verdadeiro líder e do orador. Antigamente, um grande orador era visto como líder, e aí cito o exemplo de Getúlio Vargas e Charles de Gaulle. Hoje, é preciso trabalhar, e daí emerge o perfil de Lula e Barack Obama, por exemplo.

JC – Existe um perfil de líder corporativo que possa ser apontado como exemplar?
Lapierre – Não existe um modelo único. Cada líder deve seguir seu jeito de comandar, e procurar ser o melhor possível. Os líderes de sucesso agem naturalmente, dentro de seu perfil, e não copiam um modelo predeterminado. Criou-se uma cultura em torno da figura do líder, mas cada um tem seu jeito de exercer este papel e não há certo ou errado.

JC – Até que ponto a criatividade pesa ao bom líder?
Lapierre – Não há liderança sem criatividade e desobediência. Gandhi e Nelson Mandela foram grandes desobedientes que, mesmo sem autoridade, moveram multidões e alcançaram seus objetivos com suas novas ideias. É preciso ser ousado e desobediente para ter um peso favorável às organizações.

JC – Hoje, o que estimula os funcionários a darem o melhor de si em seu trabalho?
Lapierre – O segredo para esta dedicação é a preocupação em contratar pessoas motivadas e estimuladas, e então trabalhar com essas pessoas ao seu redor. O trabalho da empresa será mais próspero desta forma, já que o elenco, assim como ocorre em uma peça de teatro, é fundamental para que se apresente um bom trabalho.

*Matéria sobre o Fórum de Gestão de Pessoas,  publicada na editoria de Economia do Jornal do Comércio, na edição de segunda-feira, 17/08/2009.

 

NA ERA DA CONEXÃO

Conquistar a Geração Y é desafio para as empresas
Companhias precisam se atualizar para atrair e manter interesse de quem tem entre 18 e 25 anos

Questionadora, individualista e tecnológica, a juventude contemporânea – a Geração Y– ingressa no mercado de trabalho e se torna um desafio para organizações veteranas. Como lidar com as diferenças nas relações humanas e como segurar estes talentos nas organizações?

Esse foi um dos temas abordados no encontro promovido pela Câmara Americana de Comércio no Rio Grande do Sul, ontem, na Capital. O Fórum de Gestão de Pessoas trouxe especialistas para discutir tendências em gerência de equipes.

Mudanças iniciadas dentro de casa se refletem no ambiente de trabalho, diz a palestrante Eline Kullock, presidente do Grupo Foco (consultoria de recursos humanos). Apesar de os conflitos entre os mais jovens e os mais velhos serem recorrentes na história da humanidade, esta é a primeira vez que, segundo ela, uma geração não aprende com os pais. Incentivados em casa, buscam informações na internet e, depois, no trabalho, acabam considerados imediatistas.

Há um ano como estagiária na Terra Sul Imóveis, na Capital, Verônica Ferreira, 20 anos, abastece o site da empresa e auxilia os colegas com informática.

– Às vezes, perco um pouco a paciência, mas estou acostumada porque também ajudo o meu pai com o computador – conta a estudante de Engenharia Química que, aos 20 anos, está no terceiro emprego.

Mudar para manter o interesse desse grupo é essencial.

– As empresas precisam se ajustar ao novo, pois os veteranos um dia terão de dar lugar aos mais novos. Para isso, precisam estimular o jovem a envolver-se nas atividades, criando projetos que os mantenham desafiados – sugere João Baptista Brandão, professor da escola de administração da Fundação Getulio Vargas e especialista em gestão de pessoas.

MARIA AMÉLIA VARGAS

ERA DA CONEXÃO

“A juventude é muito veloz”
Entrevista: Eline Kullock, Pesquisadora da Gerência Brasil da consultoria Stanton Chase International e presidente do Grupo Foco (consultoria de recursos humanos)

Especialista em gestão de pessoas, Eline Kullock defende a necessidade de adaptação das organizações à nova geração porque o grupo que está começando no mercado de trabalho será maioria nas empresas em pouco tempo.

Zero Hora – O que uma geração pode ensinar para a outra?

Eline Kullock – É muito importante que os dois caminhos se encontrem. Os mais velhos devem passar os valores das organizações aos jovens e mostrar para a Geração Y como ela deve fazer para elaborar planos a longo prazo, como se planejar. A juventude é muito veloz e capaz, mas não sabe lidar muito com as frustrações. Em contrapartida, os veteranos precisam aprender com a juventude a ser mais autoconfiantes e otimistas.

ZH – De onde vem a autoconfiança da Geração Y?

Eline – Quem é mais vivido passou por um Brasil de ditadura, recessão, inflação. Por isso, é mais receoso e tem medo de se arriscar. Os mais jovens cresceram em um país mais próspero, mais democrático e em crescimento. Eles não têm tanto medo de arriscar, são mais otimistas e têm mais autoestima.

ZH – Que mudanças deve haver para uma melhor relação entre as gerações?

Eline – É preciso haver uma abertura para se conhecer melhor o outro. Reconhecer as diferenças e aceitá-las pode ser o primeiro passo. Para tanto, a única solução é a conversa, e as organizações precisam estimular este diálogo. As gerações se complementam e devem somar as suas forças.

*Matérias sobre o Fórum de Gestão de Pessoas publicadas na editoria de Economia do jornal Zero Hora (pg. 29 ), na edição de sexta-feira, 14/08/2009.

  

FOCO NAS PESSOAS

Gestão de equipes em debate

Especialistas discutem hoje como mudar a gestão de pessoas, considerado um dos principais desafios para as empresas. O assunto é o foco do encontro promovido pela Câmara Americana de Comércio no Rio Grande do Sul.

Participam do evento o presidente do Great Place to Work Institute no Brasil, José Tolovi Júnior, o ex-executivo da Nestlé e atual presidente da Business School São Paulo, Carlos Faccina, a presidente do Grupo Foco (consultoria de recursos humanos), Eline Kullock, e o canadense Laurent Lapierre, autor de livros sobre criatividade e liderança.

l O que: Fórum de Gestão de Pessoas

l Quando: hoje, a partir das 7h30min

l Onde: Teatro do CIEE (Av. Dom Pedro II, 861), em Porto Alegre

l Inscrições: pelo site www.ciclodedecisoes.

com ou pelo telefone (51) 2123-8999

l Valor: R$ 50 para sócios da Amcham e R$ 100 para o público em geral. Inscrições podem ser feitas na hora

*Matéria sobre o Fórum de Gestão de Pessoas, promovido pela Amcham Porto Alegre, publicada na editoria de Economia do jornal Zero Hora (pg. 20 ), na edição de quinta-feira, 13/08/2009

 

FOCO NAS PESSOAS

Tendência na gestão de equipes é tema de fórum
José Tolovi Júnior Presidente do Great Place to Work Institute no Brasil

Mudar a gestão de pessoas é um desafio para as empresas, independentemente do porte e do setor em que atuem – e é o foco do próximo encontro promovido pela Câmara Americana de Comércio no Rio Grande do Sul (Amcham/RS), amanhã.

Na segunda edição do Ciclo de Decisões – Uma reforma do pensamento, que abriga o Fórum de Gestão de Pessoas, a Câmara traz a Porto Alegre quatro especialistas no tema.

Do evento, participa o presidente do Greate Place to Work Institute no Brasil, José Tolovi Júnior, que anualmente divulga o ranking das melhores empresas para se trabalhar no país. Tolovi se revezará no palco de debates com Carlos Faccina, ex-executivo da Nestlé e atual presidente da Business School São Paulo, Eline Kullock, presidente do Grupo Foco (consultoria de recursos humanos), e pelo canadense Laurent Lapierre, autor de livros sobre criatividade e liderança.

Lucro com satisfação
Entrevista: José Tolovi Júnior , presidente do Great Place to Work Institute no Brasil

Zero Hora – O mudou na gestão de pessoas em razão dos recentes meses de turbulência financeira?

José Tolovi Jr. – Em 2009, as empresas deram continuidade ao que vinha ocorrendo há cerca de dois anos. A redução de pessoal nas empresas é um fato inquestionável nesse período. Ao mesmo tempo em que caiu a busca de executivos por parte dos head hunters (caça-talentos), aumentou a procura pelo serviço de outplacement (recolocação no mercado).

ZH – Como ficaram as remunerações nesse período?

Tolovi – Houve um ajuste nos salários desses executivos, que cresceram de maneira bastante excepcional nos últimos anos – o que não é ruim, claro. Mas as remunerações estão passando para patamares mais normais, no sentido de que executivos brasileiros estavam custando mais do que europeus e americanos, em alguns casos.

ZH – Para os níveis de gerência e intermediário houve alterações significativas?

Tolovi – O que aconteceu está dentro da tendência de se ter empresas mais ágeis, com menos níveis e burocracias. São mais pessoas comandando e fazendo, executando, ao mesmo tempo. Isso começou há alguns anos e vaio continuar.

ZH – O senhor falou em redução de pessoal. Isso não está gerando sobrecarga?

Tolovi – Isso acontece, e não é de hoje. Se pegar as empresas que estão no ranking das melhores para se trabalhar desde 1999, o ganho das ações desse grupo é, em média, três vezes maiores do que o índice Bovespa.

*Matéria sobre o Fórum de Gestão de Pessoas, promovido pela Amcham Porto Alegre, publicada na editoria de Economia do jornal Zero Hora (pg. 20 ), na edição de quarta-feira, 12/08/2009.

INFORME ECONÔMICO | MARIA ISABEL HAMMES

As lições que vêm do circo

circo du soleil

Laurent Lapierre, professor de Montreal e consultor do Cirque du Soleil, vai mostrar na Capital, na quinta-feira, por que o circo que revolucionou a arte do picadeiro é sucesso no mundo.

Especialista em processos criativos, seu maior foco de interesse são as influências das personalidades dos gestores em suas práticas e o comportamento que determina o êxito e o fracasso no exercício da liderança e da inovação. E é esse caminho, às vezes tênue entre o sucesso e as perdas, que ele vai traçar no Fórum Gestão de Pessoas 2009, promoção da Amcham e parceria da Esade.

*Nota sobre o Fórum de Gestão de Pessoas, promovido pela Amcham Porto Alegre, publicada na coluna Informe Econômico do jornal Zero Hora (pg. 20 ), na edição de terça-feira, 11/08/2009